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Ninguém pode falar mais nada no SBT (Foto: Reprodução)
Como se sabe, nas últimas semanas o mundo político ficou agitado devido aos últimos vazamentos e delações, que atingiram inclusive importantes setores da mídia.

Teve Douglas Tavolaro, executivo da Record, conversando com o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e o ministro Moreira Franco para negociar um patrocínio da Caixa Econômica em troca de uma entrevista com o presidente Michel Temer (PMDB); jornalista da Band Claudio Humberto acusado pelo diretor de Relações Institucionais da J&F, Ricardo Saud, de fazer retirada mensal de R$ 18 mil para falar bem da empresa.
Além da mais nova envolvendo a Simba: segundo informações do jornalista Maurício Stycer, sinalizando com apoio ao governo, tanto no tom editorial quanto nas bases políticas no Congresso, Record, SBT e RedeTV! teriam oferecido 80 votos na Câmara.
O ministro Wellington Moreira Franco, da Secretaria Geral da Presidência, foi quem recebeu a proposta e logo tratou de procurar a Anatel, para pressionar o órgão em favor da tese das emissoras. O presidente da agência, inclusive, confirma que houve um encontro com Moreira Franco.
Nesse contexto, o SBT decidiu redobrar os cuidados com relação a comentários políticos nos telejornais e mesmo nos seus demais programas, como informa o jornalista Flávio Ricco. Em função dos recentes acontecimentos, foi baixada uma “lei do silêncio” no canal: estão todos terminantemente proibidos de opinar sobre qualquer coisa. Ninguém abre o

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