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Tá no Ar: Jair Bolsonaro (Marcelo Adnet) e Chaves (Márcio Vito) . (Foto: Reprodução/TV Globo)
Se entre os internautas a paródia que satirizou o então Presidente Jair Bolsonaro no programa humorístico “Tá no Ar” fez sucesso, para o Grupo Chespirito, o qual detém os direitos autorais do “Chaves” junto com a Televisa, não foi bem assim. O grupo não gostou nada de ter a imagem da atração mexicana relacionada a críticas políticas. Na programação, Marcelo Adnet interpreta o atual presidente da república.
Em uma nota publicada nas redes sociais nesta terça-feira (22), o Grupo Chespirito expõe sua indignação: “O Grupo Chespirito não aprova, nem compartilha das opiniões ou pensamentos apresentados no esquete do ‘Chaves’ exibido no programa ‘Tá no Ar’. Respeitamos as correntes de pensamento e a liberdade de expressão, no entanto não nos associamos a qualquer opinião e conceito geral e político expressado pelos atores caracterizados como os personagens do Chaves“.
Depois dos esclarecimento, eles conclui agradecendo: “Por fim, queremos agradecer o carinho compartilhado pelo público brasileiro, sempre tão apaixonado pelos personagens de Roberto Gómez Bolaños“.
Para quem não se lembra, no quadro “Vila Militar do Chaves” que foi ao ar há uma semana, Jair Bolsonaro diz a seu Madruga (Marcius Melhem) que é para “Já ir se acostumando” a pagar os 14 meses de aluguel. O capitão ainda chamou de “vagabundos” O seu Madruga por estar desempregado, Chaves (Márcio Vito) por não ter casa, e Professor Girafales (Danton Mello), por ensinar “ideologia de gênero”, kit gay e darwinismo”. E ainda disse que o pai de Chiquinha (Luana Martau) “deu uma fraquejada”, por ser pai de uma menina.


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