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 Foto: Gabriel Cardoso/SBT

Confira as melhores frases da entrevista: 


“Pensei que ia me aposentar, mas estou trabalhando mais do que antes. Palestras demais, rádio, jornais.” 
“Em um hotel de Campinas, o ascensorista disse: ‘conheço o senhor. O senhor é da Globo. O senhor é do jornal Nacional. Muito prazer, seu Cid Moreira.” (sobre já ter sido confundido) 
“Costumo dizer que isso se chama renascimento. Achei que meu nome ia virar Renato, René. Cada vez que a gente tem uma mudança grande é muito bom” (sobre a nova fase) 
“Eu quero ser porta voz das pessoas. Não sou porta voz de governo, nem de Bolsonaro, nem de religião” 
“Tem que dar uma respirada antes de começar. É parte da cultura nacional” (sobre o Jornal Nacional ter um peso maior na responsabilidade de apresentar) 
“3 anos antes do “Diretas Já” eu anunciei que seria uma sucessão civil... Tanto que me dei mal com meu chefe, que disse que era um anúncio importante demais, que deveria ser feito pelo próprio presidente. 
“O que me preocupa é uma cena que assisti há uns 30 anos. Em uma faculdade de jornalismo um estudante me perguntou os pilares do jornalismo... O professor deu um salto da cadeira e disse que não ensinava os alunos a serem isentos, mas militantes ideológicos para combater o status quo. Pensei ‘mas é jornalismo e não sociologia’” 
“Está perdendo o principal patrimônio que é a credibilidade.” (sobre a imprensa) 
“Foi o que eu mais gostei de fazer. Acho que sou meio aventureiro.” (sobre cobrir guerras) 

E mais: o programa de hoje homenageia MC Sapão e reexibe uma entrevista com o cantor gravada no final do ano passado. 

THE NOITE
Nesta segunda, logo após o Conexão Repórter 

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